segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Erin Brockovich: a original

Erin Brockovich: a original

Erin Brockovich nasceu em 22 de junho de 1960, na cidade de Lawrence (Kansas) no centro-oeste dos Estados Unidos. Ex-miss Pacific Coast, Erin ganhou notoriedade pela sua preciosa contribuição no processo contra a poderosa companhia americana de gás e eletricidade, a PG&E, em 1993. Um importante detalhe é que Erin não tinha nenhuma formação em Direito na época. Atualmente, ela é a presidente da firma de consultoria Brockovich Research & Consulting. Ela também trabalha como consultora na Girardi & Keese, Weitz & Luxenberg e na Shine Lawyers. A também ativista ambiental já apresentou os programas Challenge America with Erin Brockovich e Final Justice na televisão americana.

Fonte: http://clubedofilmeleleo.blogspot.pt/2011/09/erin-brockovich-e-sua-cinebiografia.html

Erin Brockovich: um pretexto para analisar e discutir problemas ambientais

Erin Brockovich

Ficha técnica:

Título Original: Erin Brockovich
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 145 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2000
Estúdio: Jersey Films
Distribuição: Universal Pictures / Columbia TriStar Pictures
Direção: Steven Soderbergh
Roteiro: Susannah Grant
Produção: Danny DeVito, Michael Shamberg e Stacey Sher
Direção de Fotografia: Edward Lachman
Desenho de Produção: Philip Messina
Direção de Arte: Christa Munro
Figurino: Jeffrey Kurland
Edição: Anne V. Coates

* Oscar de Melhor Atriz (Julia Roberts)
* Globo de Ouro de Melhor Atriz – Drama (Julia Roberts)
* Academia Britânica – Prêmio de Melhor Atriz (Julia Roberts)

RESUMO

"O filme, do realizador Steven Soderberg, “Erin Brockovich”, datado de 2000 é baseado num caso verídico de uma ação nos EUA. Este filme retrata não só um problema de Direito como de Ambiente, aqui é retratado nomeadamente as dificuldade probatórias que podem surgir em casos ambientais, e ainda, numa ampla escala como a poluição pode atingir a vida e integridade física do ser humano.

A empresa PGE – Pacific Gas & Electric (responsável pela produção de petróleo para gás natural) – através de químicos usados na sua actividade (crómio hexavalente), disseminados no lençol freático, contaminou a água da pequena cidade Hinkley (cidade e empresa do caso verídico). Na localidade os moradores, em larga escala, mostravam sintomas de padecimento, tendo sido diagnosticadas doenças cancerígenas, falhas de órgãos vitais e bebés com defeitos à nascença. Foi alegado que estas consequências advinham da água que a população bebia.

Os riscos ao ambiente e à saúde da população criados pela PGE eram concretos e iminentes.

Releva-se que a poluição dos Lençóis Freáticos é dos tipos de poluição mais nocivas, tendo em conta que põe em causa o acesso a água potável.

O lençol freático é um depósito de água subterrânea. A água do lençol ainda que contaminada, pode não comprometer a qualidade da água potável, se o lençol se encontrar a grande profundidade, o solo servirá como um filtro, impedindo a contaminação. Logo, analisando o caso à luz do ordenamento nacional e europeu - art.66/2 CRP e art.3º a) da Lei de Bases do Ambiente,bem como a diretiva 2000/EC/53 (que explicita as substâncias proibidas do qual o cromium hexavalente faz parte) - facilmente este efeito pode ser evitado havendo um monitoramento das água e conhecimento da profundidade das mesmas nos locais onde estão instaladas fábricas que pressupõe na sua actividade a utilização de susbtâncias de risco e ainda se necessário, ordenar às empresas a instalação de filtros biológicos.

A dificuldade probatória, nos casos de exposição a substâncias químicas prende-se essencialmente com a comprovação da relação causa/efeito do produto tóxico específico com a hipotética fonte, visto que por mais perigosas que sejam as substâncias, os efeitos produzidos no organismo humano dependem sempre do tempo e do grau de exposição.

A ausência na proteção de um bem natural, terá sempre consequências no globo e na vida do Homem, estas podem-se manifestar direta ou indiretamente. No caso em apreço, e no tipo de poluição concreta do caso, ultrapassaram mais que meros incómodos, colocou famílias em risco, condenando à morte adultos e crianças submetidos à contaminação.

O caso terminou com uma indemnização de cerca de 333 milhões de dólares aos moradores."

Fonte: http://pegadas-ecologicas.blogspot.pt/2012/05/caso-pge-retrado-no-filme-erin.html

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Peddy paper no Museu Etnográfico de Faro

A propósito dos temas: "Identidade regional" e "Cultura", a turma de Área de Integração (Pmec/Peac 1) e  a turma do Prec 2, na disciplina de Psicologia e Sociologia 2 visitaram  Museu Etnográfico, fizeram um peddy paper e recolheram informações para realizar, posteriormente, um trabalho de pesquisa em grupo.
Para saber mais informações sobre os locais a visitar, podem clicar AQUI e aceder aos sites dos museus de Faro.
Fotografia do Museu Etnográfico de Faro.


























quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Dilemas morais para debater no Dia Mundial da Filosofia



1. O dilema de Sharon
«Sharon e Jill eram as melhores amigas. Um dia foram às compras juntas. Jill experimentou uma camisola e então, para surpresa de Sharon, saiu do armazém com a camisola debaixo do casaco. Pouco depois, um segurança da loja parou Sharon e pediu-lhe o nome da rapariga que tinha acabado de sair. Ele disse ao dono da loja que tinha visto as duas raparigas juntas e que tinha a certeza que a que saiu tinha roubado. O dono disse a Sharon que iria ter problemas sérios, se não lhe dissesse o nome da amiga.»
O que Sharon deve fazer? Deve dizer o nome? Porquê?
BEYER, Barry, K. "Conducting moral discussions in the classroom", in Social Education,
April 1976, pp.194-202.
 
2. O dilema de Helga
Helga e Raquel cresceram juntas. Eram as melhores amigas apesar do facto da família de Helga ser cristã e a de Raquel judia. Durante muitos anos, a diferença religiosa não parecia constituir problema na Alemanha, mas depois de Hitler tomar o poder, a situação mudou.
Hitler exigiu que os judeus usassem braçadeiras com a estrela de David. Começou a encorajar os seus seguidores a destruir os bens dos judeus e a bater-lhes nas ruas. Por último, começou a prendê-los e a deportá-los.
Circularam rumores de que os judeus estavam a ser mortos. Esconder judeus procurados pela Gestapo (a polícia de Hitler) era crime sério e violação da lei do governo alemão.
Uma noite, Helga ouve bater à porta. Quando abriu, viu Raquel nos degraus, envolvida num casaco escuro. Rapidamente Raquel saltou para dentro. Ela tinha tido um encontro, e quando regressou a casa encontrou elementos da Gestapo à volta de sua casa. Os pais e irmãos já tinham sido levados. Sabendo do seu destino se a Gestapo a apanhasse, Raquel correu para casa da sua velha amiga.
Se fosse convosco, o que fariam? Porquê?
 
1º- Mandavam Raquel embora (o que significava entregá-la à Gestapo e, consequentemente, condená-la à morte, dado que sabia que os judeus caídos nas mãos da Gestapo eram mortos);
2º- Escondiam Raquel (o que significava pôr em risco a sua segurança bem como a da sua família dado que esconder judeus era considerado crime).

O dilema de Heinz: um vídeo interativo

domingo, 8 de novembro de 2015

Debate no Dia Mundial da Filosofia: o problema do elétrico desgovernado

trolley-problem-1
Situação 1.
O dilema do troléi 1
Situação  2.
O eléctrico desgovernado 2

1. Na tua opinião, o que seria correto fazer na situação 1 e na situação 2?


2. Como justificarias a tua decisão em cada uma das situações?


3. Haverá uma diferença relevante entre ambas as situações? Porquê?

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O filme "A casa encantada" e a psicanálise

image image

A Casa Encantada

Título original: Spellbound

De: Alfred Hitchcock

Com: Gregory Peck, Ingrid Bergman, Leo G. Carroll,Michael Chekhov

Género: Thriller

Outros dados: EUA, 1945, Preto e Branco, 111 min.

TAREFA A REALIZAR:

Elabore uma reflexão crítica sobre o filme, visionado nas aulas, “A casa encantada”.

No seu texto deverá:

- apresentar um resumo da história relatada no filme;

- relacionar o que estudou, nas aulas de Psicologia sobre a psicanálise, com três passagens do filme;

- descrever dois momentos do filme que tenha considerado particularmente interessantes;

- explicar se gostou ou não do filme e porquê.

Bom Trabalho! A professora: Sara Raposo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Houve ou não violação da liberdade de expressão?

ng1060305 
 
A Câmara Municipal de Lisboa mandou retirar este cartaz nacionalista do PNR sobre a presença de imigrantes em Portugal.
Os intervenientes no programa “Quadratura do Círculo” discutem este caso e apresentam diferentes argumentos: dois deles para defender que houve violação da liberdade de expressão e um outro para defender que não.
 
Que razões apresentam os intervenientes no debate para defender os seus pontos de vista?
 
Quem tem, na sua opinião, razão? Porquê?


Deve haver limites à liberdade de expressão por motivos religiosos?







Comunicação e liberdade de expressão

                                                                                          

Segundo a revista Visão (de 15 de maio de 2013):

"Dois professores de um colégio privado de Paredes foram despedidos por causa de uma foto publicada no Facebook. Em Portugal, este é o primeiro caso a chegar a tribunal - o julgamento, que poderá fazer jurisprudência, está marcado para junho. Perante o juiz, estarão em discussão muito mais do que direitos laborais. Num mundo cada vez mais online, o que separa a vida pessoal da profissional? Que ética deve seguir um funcionário, mesmo fora do horário de trabalho? E como se defende um dos valores fundamentais de uma sociedade democrática, o direito à liberdade de expressão? "