terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Como evoluiu a comunicação ao longo do tempo?

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

Vídeo 4

"A Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2008 pelo norte-americano Salman Khan. Sua missão é oferecer educação de alto nível para qualquer pessoa em qualquer lugar, por meio de vídeo-aulas e plataforma de exercícios online. Todo conteúdo é aberto e gratuito. A Fundação Lemann – em parceria com o Instituto Natura, Instituto Península, o Ismart e a Fundação Telefônica – trouxe a Khan Academy para o Brasil, traduzindo para os vídeos e levando a ferramenta de exercícios para escolas públicas. Atualmente há mais de 600 aulas em português – de Matemática, Biologia, Química e Física – disponíveis neste site e outros 400 vídeos serão publicados até o final de 2013. Até o início de 2014, a plataforma de exercícios de matemática também estará disponível gratuitamente na internet."

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Erin Brockovich: a original

Erin Brockovich: a original

Erin Brockovich nasceu em 22 de junho de 1960, na cidade de Lawrence (Kansas) no centro-oeste dos Estados Unidos. Ex-miss Pacific Coast, Erin ganhou notoriedade pela sua preciosa contribuição no processo contra a poderosa companhia americana de gás e eletricidade, a PG&E, em 1993. Um importante detalhe é que Erin não tinha nenhuma formação em Direito na época. Atualmente, ela é a presidente da firma de consultoria Brockovich Research & Consulting. Ela também trabalha como consultora na Girardi & Keese, Weitz & Luxenberg e na Shine Lawyers. A também ativista ambiental já apresentou os programas Challenge America with Erin Brockovich e Final Justice na televisão americana.

Fonte: http://clubedofilmeleleo.blogspot.pt/2011/09/erin-brockovich-e-sua-cinebiografia.html

Erin Brockovich: um pretexto para analisar e discutir problemas ambientais

Erin Brockovich

Ficha técnica:

Título Original: Erin Brockovich
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 145 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2000
Estúdio: Jersey Films
Distribuição: Universal Pictures / Columbia TriStar Pictures
Direção: Steven Soderbergh
Roteiro: Susannah Grant
Produção: Danny DeVito, Michael Shamberg e Stacey Sher
Direção de Fotografia: Edward Lachman
Desenho de Produção: Philip Messina
Direção de Arte: Christa Munro
Figurino: Jeffrey Kurland
Edição: Anne V. Coates

* Oscar de Melhor Atriz (Julia Roberts)
* Globo de Ouro de Melhor Atriz – Drama (Julia Roberts)
* Academia Britânica – Prêmio de Melhor Atriz (Julia Roberts)

RESUMO

"O filme, do realizador Steven Soderberg, “Erin Brockovich”, datado de 2000 é baseado num caso verídico de uma ação nos EUA. Este filme retrata não só um problema de Direito como de Ambiente, aqui é retratado nomeadamente as dificuldade probatórias que podem surgir em casos ambientais, e ainda, numa ampla escala como a poluição pode atingir a vida e integridade física do ser humano.

A empresa PGE – Pacific Gas & Electric (responsável pela produção de petróleo para gás natural) – através de químicos usados na sua actividade (crómio hexavalente), disseminados no lençol freático, contaminou a água da pequena cidade Hinkley (cidade e empresa do caso verídico). Na localidade os moradores, em larga escala, mostravam sintomas de padecimento, tendo sido diagnosticadas doenças cancerígenas, falhas de órgãos vitais e bebés com defeitos à nascença. Foi alegado que estas consequências advinham da água que a população bebia.

Os riscos ao ambiente e à saúde da população criados pela PGE eram concretos e iminentes.

Releva-se que a poluição dos Lençóis Freáticos é dos tipos de poluição mais nocivas, tendo em conta que põe em causa o acesso a água potável.

O lençol freático é um depósito de água subterrânea. A água do lençol ainda que contaminada, pode não comprometer a qualidade da água potável, se o lençol se encontrar a grande profundidade, o solo servirá como um filtro, impedindo a contaminação. Logo, analisando o caso à luz do ordenamento nacional e europeu - art.66/2 CRP e art.3º a) da Lei de Bases do Ambiente,bem como a diretiva 2000/EC/53 (que explicita as substâncias proibidas do qual o cromium hexavalente faz parte) - facilmente este efeito pode ser evitado havendo um monitoramento das água e conhecimento da profundidade das mesmas nos locais onde estão instaladas fábricas que pressupõe na sua actividade a utilização de susbtâncias de risco e ainda se necessário, ordenar às empresas a instalação de filtros biológicos.

A dificuldade probatória, nos casos de exposição a substâncias químicas prende-se essencialmente com a comprovação da relação causa/efeito do produto tóxico específico com a hipotética fonte, visto que por mais perigosas que sejam as substâncias, os efeitos produzidos no organismo humano dependem sempre do tempo e do grau de exposição.

A ausência na proteção de um bem natural, terá sempre consequências no globo e na vida do Homem, estas podem-se manifestar direta ou indiretamente. No caso em apreço, e no tipo de poluição concreta do caso, ultrapassaram mais que meros incómodos, colocou famílias em risco, condenando à morte adultos e crianças submetidos à contaminação.

O caso terminou com uma indemnização de cerca de 333 milhões de dólares aos moradores."

Fonte: http://pegadas-ecologicas.blogspot.pt/2012/05/caso-pge-retrado-no-filme-erin.html

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Peddy paper no Museu Etnográfico de Faro

A propósito dos temas: "Identidade regional" e "Cultura", a turma de Área de Integração (Pmec/Peac 1) e  a turma do Prec 2, na disciplina de Psicologia e Sociologia 2 visitaram  Museu Etnográfico, fizeram um peddy paper e recolheram informações para realizar, posteriormente, um trabalho de pesquisa em grupo.
Para saber mais informações sobre os locais a visitar, podem clicar AQUI e aceder aos sites dos museus de Faro.
Fotografia do Museu Etnográfico de Faro.


























quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Dilemas morais para debater no Dia Mundial da Filosofia



1. O dilema de Sharon
«Sharon e Jill eram as melhores amigas. Um dia foram às compras juntas. Jill experimentou uma camisola e então, para surpresa de Sharon, saiu do armazém com a camisola debaixo do casaco. Pouco depois, um segurança da loja parou Sharon e pediu-lhe o nome da rapariga que tinha acabado de sair. Ele disse ao dono da loja que tinha visto as duas raparigas juntas e que tinha a certeza que a que saiu tinha roubado. O dono disse a Sharon que iria ter problemas sérios, se não lhe dissesse o nome da amiga.»
O que Sharon deve fazer? Deve dizer o nome? Porquê?
BEYER, Barry, K. "Conducting moral discussions in the classroom", in Social Education,
April 1976, pp.194-202.
 
2. O dilema de Helga
Helga e Raquel cresceram juntas. Eram as melhores amigas apesar do facto da família de Helga ser cristã e a de Raquel judia. Durante muitos anos, a diferença religiosa não parecia constituir problema na Alemanha, mas depois de Hitler tomar o poder, a situação mudou.
Hitler exigiu que os judeus usassem braçadeiras com a estrela de David. Começou a encorajar os seus seguidores a destruir os bens dos judeus e a bater-lhes nas ruas. Por último, começou a prendê-los e a deportá-los.
Circularam rumores de que os judeus estavam a ser mortos. Esconder judeus procurados pela Gestapo (a polícia de Hitler) era crime sério e violação da lei do governo alemão.
Uma noite, Helga ouve bater à porta. Quando abriu, viu Raquel nos degraus, envolvida num casaco escuro. Rapidamente Raquel saltou para dentro. Ela tinha tido um encontro, e quando regressou a casa encontrou elementos da Gestapo à volta de sua casa. Os pais e irmãos já tinham sido levados. Sabendo do seu destino se a Gestapo a apanhasse, Raquel correu para casa da sua velha amiga.
Se fosse convosco, o que fariam? Porquê?
 
1º- Mandavam Raquel embora (o que significava entregá-la à Gestapo e, consequentemente, condená-la à morte, dado que sabia que os judeus caídos nas mãos da Gestapo eram mortos);
2º- Escondiam Raquel (o que significava pôr em risco a sua segurança bem como a da sua família dado que esconder judeus era considerado crime).

O dilema de Heinz: um vídeo interativo

domingo, 8 de novembro de 2015

Debate no Dia Mundial da Filosofia: o problema do elétrico desgovernado

trolley-problem-1
Situação 1.
O dilema do troléi 1
Situação  2.
O eléctrico desgovernado 2

1. Na tua opinião, o que seria correto fazer na situação 1 e na situação 2?


2. Como justificarias a tua decisão em cada uma das situações?


3. Haverá uma diferença relevante entre ambas as situações? Porquê?

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O filme "A casa encantada" e a psicanálise

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A Casa Encantada

Título original: Spellbound

De: Alfred Hitchcock

Com: Gregory Peck, Ingrid Bergman, Leo G. Carroll,Michael Chekhov

Género: Thriller

Outros dados: EUA, 1945, Preto e Branco, 111 min.

TAREFA A REALIZAR:

Elabore uma reflexão crítica sobre o filme, visionado nas aulas, “A casa encantada”.

No seu texto deverá:

- apresentar um resumo da história relatada no filme;

- relacionar o que estudou, nas aulas de Psicologia sobre a psicanálise, com três passagens do filme;

- descrever dois momentos do filme que tenha considerado particularmente interessantes;

- explicar se gostou ou não do filme e porquê.

Bom Trabalho! A professora: Sara Raposo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Houve ou não violação da liberdade de expressão?

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A Câmara Municipal de Lisboa mandou retirar este cartaz nacionalista do PNR sobre a presença de imigrantes em Portugal.
Os intervenientes no programa “Quadratura do Círculo” discutem este caso e apresentam diferentes argumentos: dois deles para defender que houve violação da liberdade de expressão e um outro para defender que não.
 
Que razões apresentam os intervenientes no debate para defender os seus pontos de vista?
 
Quem tem, na sua opinião, razão? Porquê?


Deve haver limites à liberdade de expressão por motivos religiosos?







Comunicação e liberdade de expressão

                                                                                          

Segundo a revista Visão (de 15 de maio de 2013):

"Dois professores de um colégio privado de Paredes foram despedidos por causa de uma foto publicada no Facebook. Em Portugal, este é o primeiro caso a chegar a tribunal - o julgamento, que poderá fazer jurisprudência, está marcado para junho. Perante o juiz, estarão em discussão muito mais do que direitos laborais. Num mundo cada vez mais online, o que separa a vida pessoal da profissional? Que ética deve seguir um funcionário, mesmo fora do horário de trabalho? E como se defende um dos valores fundamentais de uma sociedade democrática, o direito à liberdade de expressão? "

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Invictus: o poema

Invictus

Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate;
I am the captain of my soul.

Tradução portuguesa.

Invictus

Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por minha alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

Autor: William E Henley
Tradutor: André C S Masini

O Apartheid na África do Sul

Definição e origem

Apartheid (significa "vidas separadas" em africano) era um regime segregacionista que negava aos negros da África do Sul os direitos sociais, económicos e políticos. 

Embora a segregação existisse na África do Sul desde o século 17, quando a região foi colonizada por ingleses e holandeses, o termo passou a ser usado legalmente em 1948.

No regime do apartheid o governo era controlado pelos brancos de origem europeia (holandeses e ingleses), que criavam leis e governavam apenas para os interesses dos brancos. Aos negros eram impostas várias leis, regras e sistemas de controles sociais. 

Entre as principais leis do apartheid, podemos citar:

- Proibição de casamentos entre brancos e negros - 1949.

- Obrigação de declaração de registo de cor para todos sul-africanos (branco, negro ou mestiço) - 1950.

- Proibição de circulação de negros em determinadas áreas das cidades - 1950

- Determinação e criação de bairros só para negros - 1951

- Proibição de negros usarem determinadas instalações públicas (bebedouros, bancos e casas de banho, por exemplo) - 1953

- Criação de um sistema diferenciado de educação para as crianças dos bantustões - 1953

Fim do Apartheid

Este sistema vigorou até o ano de 1990, quando o presidente sul-africano tomou várias medidas e colocou fim ao apartheid.  Entre estas medidas estava a libertação de Nelson Mandela, preso desde 1964 por lutar com o regime de segregação. Em 1994, Mandela assumiu a presidência da África do Sul, tornando-se o primeiro presidente negro do país.

 

“Dediquei toda a minha vida à luta do povo africano. Tenho lutado contra o domínio dos brancos, tal como tenho lutado contra o domínio dos negros. Sempre defendi o ideal de uma sociedade democrática e livre, em que todas as pessoas possam viver juntas em harmonia e dispor das mesmas oportunidades. É por esse ideal que espero viver para um dia o concretizar. Mas se necessário for, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer.”

(Excerto do final do discurso que Nelson Mandela proferiu no banco dos réus no julgamento de Rivonia, a 20 de Abril de 1964)

“Sempre me movimentei em círculos onde o senso comum e a experiência prática eram importantes, e onde elevadas qualificações académicas não eram necessariamente decisivas. Pouco do que me tinha sido ensinado na faculdade parecia directamente relevante no meu novo ambiente. Qualquer professor médio evitava temas como a opressão racial, a falta de oportunidades para os negros e as inúmeras indignidades a que estão sujeitos na vida do dia-a-dia. Nenhum professor me disse alguma vez como erradicar os malefícios dos preconceitos raciais, nem me indicou livros que eu poderia ler sobre este assunto, ou as organizações políticas a que me poderia associar se quisesse fazer parte de um movimento de libertação disciplinado. Tive de aprender todas estas coisas aleatoriamente e através de tentativas e erros.”                 

Nelson Mandela, “Arquivo íntimo” , Lisboa, 2010, Editora Objectiva, págs. 122 e 27.

Argumentos contra o racismo

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A imagem foi retirada deste sítio.

«(…) É irónico que, embora o racismo seja uma realidade – e uma realidade chocante - a própria raça seja uma ficção. O conceito de raça não tem fundamento (…).

O racismo findará quando os indivíduos virem os outros apenas em termos individuais. “Não há indicações de ‘branco’ ou ‘negro’ nos cemitérios de guerra”, observou John F. Kennedy – e há uma moral significativa nessa observação.»

A. C. Grayling, O significado das coisas, Gradiva.

O racismo é um preconceito

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Para saber mais sobre este livro, ver aqui.

«Porque é que não basta seguirmos os nossos sentimentos, ou “seguir o instinto”, quando pensamos no que deveríamos fazer ou como deveríamos viver?

Os sentimentos são essenciais, como é evidente. Uma vida sem amor, agitação e até mesmo dor não é vida. Nenhuma ética em consonância com a vida é capaz de o negar. Só que os sentimentos não são tudo. Podem ser o começo mas não são o fim. Também deve haver um certo tipo de pensamento.

Vejamos o caso do preconceito. Ser preconceituoso é ter um forte sentimento negativo em relação a alguém pertencente a uma diferente etnia, sexo idade, classe social, etc. Se a ética fosse apenas uma questão de sentimentos, nada haveria a fazer contra tais preconceitos. Seria perfeitamente moral discriminar pessoas das quais não gostássemos.

O instinto diz sim. A ética diz não. Em contrapartida, a ética pode desafiar esses mesmos sentimentos. “Preconceito” quer dizer literalmente “pré-conceito”: é uma forma de não prestar realmente atenção. Mas é preciso prestar atenção. É preciso perguntar-nos porque é que nos sentimos de uma determinada maneira, se as nossas convicções ou sentimentos são verdadeiros ou justos, como nos sentiríamos na pele de outra pessoa, e assim por diante. Em resumo, precisamos de nos perguntar se os nossos sentimentos se justificam e, quando não, que sentimentos alternativos os deviam substituir.

Assim, a ética pede para pensarmos cuidadosamente, até mesmo sobre sentimentos que podem ser muito fortes. A ética pede para vivermos atentamente: preocuparmo-nos com o modo com agimos e até mesmo como sentimos.»

Anthony Weston, Ética para o dia-a-dia, Esquilo Editora, 1ª Edição, Lisboa, 2002, págs. 15-16.

O racismo é imoral

[Fotografia de Thomas Shipp and Abram Smith[8].jpg]

A fotografia retrata o linchamento de Thomas Shipp e Abram Smith, dois cidadãos americanos negros, em 1930. Este tipo de acções ocorriam especialmente no sul do Estados Unidos, mas também noutras regiões do país.

Abel Meeropol (cujo pseudónimo é Lewis Allen) foi um professor de Inglês judeu e ensinou numa escola de Nova Iorque. Depois de ver a fotografia, que se encontra neste post, escreveu um poema chamado “Strange Fruit”, onde exprime a injustiça e a brutalidade a que os americanos de origem africana estavam sujeitos.

Em 1939, Billie Holiday cantou pela primeira vez, num clube nocturno, o poema. Esta canção transformou-se num símbolo da rejeição do racismo.

A fotografia, o poema e a canção permitem-nos perceber melhor as razões que levaram Luther King (1929-1968) a defender, ainda que o seu país fosse uma democracia, a necessidade de utilizar a desobediência civil (que por definição é um mecanismo ilegal) para combater a discriminação contra os cidadãos negros, legalmente instituída nos Estados Unidos. A ideia subjacente à desobediência civil é que, quando determinadas  leis são imorais, é legítimo desobedecer-lhes de forma pacífica.

E de facto há muitas razões para considerar que o racismo é moralmente errado.

Strange Fruit

(escrito por Lewis Allen e Sonny White )

Southern trees bear strange fruit,
Blood on the leaves and blood at the root,
Black bodies swinging in the southern breeze,
Strange fruit hanging from the poplar trees.

Pastoral scene of the gallant south,
The bulging eyes and the twisted mouth,
Scent of magnolias, sweet and fresh,
Then the sudden smell of burning flesh.

Here is fruit for the crows to pluck,
For the rain to gather, for the wind to suck,
For the sun to rot, for the trees to drop,
Here is a strange and bitter crop.

Fruta Estranha

Árvores do sul produzem uma fruta estranha,
Sangue nas folhas e sangue nas raízes,
Corpos negros balançando na brisa do sul,
Frutas estranhas penduradas nos álamos.

Cena pastoril do valente sul,
Os olhos inchados e a boca torcida,
Perfume de magnólias, doce e fresca,
Então o repentino cheiro de carne queimando.

Aqui está a fruta para os corvos arrancarem,
Para a chuva recolher, para o vento sugar,
Para o sol apodrecer, para as árvores derrubarem,
Aqui está a estranha e amarga colheita

domingo, 25 de outubro de 2015

O 25 de abril de 1974 e o surgimento da democracia em Portugal

O 25 DE ABRIL: 32 PERGUNTAS E RESPOSTAS.

01 - Tinham medo de Salazar? Até os políticos?

02 - O povo tinha direito a voto ou era obrigado a votar em Salazar?

03 - Antes de 1974 já tinha havido alguma revolução?

04 - Alguém conseguiu fugir do Tarrafal?

05 - O que possibilitou a manutenção de uma ditadura durante 40 anos?

06 - Que razões levaram a formar a PIDE?

07 - De que modo os programas da rádio eram controlados pela Censura?

08 - A emigração nos anos 60 foi muita. Porquê?

09 - Porque é que os rapazes e as raparigas tinham de andar em escolas separadas? Como é que namoravam e conseguiam casar?

10 - A população portuguesa estava preparada para o 25 de Abril?

11 - Como é que "os guardas" do 25 de Abril conseguiram planear sem a PIDE os ver?

12 - Onde é que arranjaram coragem para fazer a revolução e conseguirem derrotar os guardas?

13 - O Zeca Afonso já tinha as canções preparadas? Ele já sabia que no dia 25 de Abril de 1974 ia haver uma revolução?

14 - Enquanto preparavam e executavam a revolução, os soldados pensaram na terríveis consequências que podiam sofrer se fossem descobertos e o golpe falhasse?

15 - Em que condições se entregou Marcelo Caetano?

16 - Houve mortos durante a revolução?

17 - Porque é que depois do 25 de Abril, os homens da revolução não pagaram com a mesma moeda?

18 - Como é que o povo soube que aquele dia era o dia da libertação?

19 - Nas pontas das espingardas foram colocados cravos vermelhos. Porquê?

20 - Todas as pessoas estiveram de acordo com este acontecimento histórico?

21 - 25 de Abril é uma revolução popular ou militar?

22 - Quem foram as pessoas que estiveram a frente do 25 de Abril. Existe alguma coisa a elogiá-las?

23 - Depois da revolução, o país teve dificuldades em organizar-se politicamente?

24 - O povo português não teria demasiada liberdade depois de 1974?

25 - Como é que foi a luta depois do 25 de Abril?

26 - Que impacto teve o 25 de Abril a nível mundial?

27 - O que aconteceu às nossas colónias? Como foram libertadas?

28 - Nos nossos dias, existe alguém que possa adquirir os poderes de Salazar?

29 - O que torna um regime totalitário absurdo?

30 - O que mudou em Portugal depois do 25 de Abril?

31 - O que aconteceu aos presos políticos e aos condenados políticos depois do 25 de Abril?

32 - Se antigamente as pessoas não tinham liberdade para serem felizes, porque não saiam de Portugal?

Fonte: Centro de documentação 25 de Abril, da Universidade de Coimbra, ver AQUI.

Nota: Os links em destaque são aqueles que irão ser visionados na aula.

A PIDE, a censura e a justiça social nas canções de Zeca Afonso

Democracia: requisitos fundamentais





Tarefas:


1. Identifica a mensagem presente em cada um dos cartoons.

3. Indica, a partir da interpretação dos cartoons e dos vídeos, quais são as principais características da democracia  por oposição à ditadura.


2. Elabora um quadro síntese, comparando o que acontece nos regimes democráticos e nos regimes não democráticos.